@fanboys2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Ativistas elogiam escolha de jovens gays como público-alvo da campanha nacional contra a aids neste 1º de dezembro
Entrevistados pela Agência de Notícias da Aids, os presidentes da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis; Marcelo Cerqueira, do Grupo Gay da Bahia, e Mário Scheffer, do Grupo Pela Vidda (Valorização Integração e Dignidade do Doente de Aids) de São Paulo reforçaram a necessidade de campanhas segmentadas para os jovens homossexuais
Toni Reis parabenizou o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde por ter elaborado mais uma campanha de prevenção a partir dos dados do Boletim Epidemiológico. “Quando pensamos em públicos específicos, favorecemos políticas públicas e ajudamos a diminuir a vulnerabilidade desta população”, comentou.
“Os jovens precisam de uma sacudida”, disse o presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira. Para ele, “a campanha é muito bem-vinda, mas só informações não bastam, é preciso re-fortalecer as entidades da sociedade civil para trabalhar cada vez mais com essa população”.
O especialista em saúde pública Mário Scheffer também recebeu a notícia de forma positiva, e ressaltou que “finalmente” o Ministério da Saúde está admitindo que a epidemia de é concentrada. “O desafio agora é trabalhar uma mensagem especifica para a população jovem gay e evitar que este grupo seja novamente estigmatizado”, declarou.
Desde o início do enfrentamento desta pandemia, gays, travestis e transexuais sofrem discriminação pelo fato de a aids ter se manifestado primeiramente entre eles. A discriminação, em muitos casos, vem acompanhada de insultos e acusações, como a de que “gays transmitem aids”, mesmo como toda a informação disponível hoje e os dados comprovando que ao HIV atinge a homens e mulheres, independentemente de suas orientações sexuais e condições sociais ou econômicas.
O representante da população homossexual na Comissão de Articulação com os Movimentos Sociais (CAMS), Léo Mendes, informa que os gays têm uma taxa de incidência de HIV acima dos 10%, travestis dos 35%, enquanto a população em geral 0,6%. “A aids entre os gays e travestis é um problema de saúde pública”, afirma.
Ele acredita que a luta para reduzir o estigma, o preconceito, a homofobia, a transfobia e a garantia da dignidade humana é uma necessidade urgente. “Estamos falando de equidade, prevista na Constituição Federal e nos princípios do SUS (Sistema Único de Saúde)”, disse. “E para os conservadores sugerimos que leiam o artigo 19 da Constituição Federal que garante o Estado laico”, acrescentou.
Segundo o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, o preconceito é uma barreira não só para a prevenção de novas infecções na população gay jovem, mas também para a qualidade de vida de todas as pessoas com HIV. Elas sofrem por conta da exclusão emocional, social e profissional.
A campanha terá como foco os jovens gays, entre 15 e 24 anos, das classes sociais menos favorecidas economicamente. Informações devem ser veiculadas na TV, rádio, internet e por meio de cartazes, folders e mobiliários urbanos.
Chefão diz que lutadores gays do UFC deveriam assumir sexualidade para os fãs
O presidente do UFC, Dana White (foto), comprovou, mais uma vez, que não tem papas na língua
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E não é que em pleno crescimento do UFC ao redor do mundo, o chefão do evento, Dana White, vem a público para causar nova polêmica? E das grandes. Em entrevista ao site USA Today, o carequinha afirmou de forma categórica que é contra a existência de lutadores gays na maior organização de MMA do mundo.
Acompanhe a página de MMA do R7
Sem se importar com as possíveis repercussões, o cartola usou como exemplo o brasileiro Rodrigo Minotauro, que afirmou em recente entrevista a uma publicação nacional que não treinaria com homossexuais.
- Se houvesse um lutador gay no UFC, eu gostaria que ele assumisse. Eu não me importo se há um lutador gay no UFC. Há, e provavelmente, mais de um. Estamos em 2012, dá um tempo. Mas é claro que existem caras como Nogueira, que vêm do Brasil e tem esse lado macho, latino. As pessoas vão dizer coisas sobre isso.
Ao todo, são mais de 300 atletas profissionais que completam as sete categorias da entidade que, para 2012, planeja organizar cerca de 50 shows, ou seja, praticamente um por semana.
- O melhor que posso dizer é dá um tempo. Vamos ser honestos. Somos todos seres humanos. Todos nós cometemos erros. Isso não quer dizer que o UFC é mau e somos impróprios para crianças e todas essas outras coisas. Digo uma coisa: dos 375 lutadores, temos alguns lunáticos, alguns caras que são loucos. E temos trezentos e alguma coisa que são incríveis, seres humanos impressionantes, que são inspiradores para as crianças e adultos.
A próxima edição do UFC ocorre no próximo sábado (29), quando o americano Nick Diaz encara o havaiano Bj Penn por busca de nova chance de disputar o cinturão dos meio-médios (77 kg), direito que lhe foi tirado como forma de punição pelas repetidas faltas em coletivas de imprensa do evento.
Acompanhe a página de MMA do R7
Sem se importar com as possíveis repercussões, o cartola usou como exemplo o brasileiro Rodrigo Minotauro, que afirmou em recente entrevista a uma publicação nacional que não treinaria com homossexuais.
- Se houvesse um lutador gay no UFC, eu gostaria que ele assumisse. Eu não me importo se há um lutador gay no UFC. Há, e provavelmente, mais de um. Estamos em 2012, dá um tempo. Mas é claro que existem caras como Nogueira, que vêm do Brasil e tem esse lado macho, latino. As pessoas vão dizer coisas sobre isso.
Ao todo, são mais de 300 atletas profissionais que completam as sete categorias da entidade que, para 2012, planeja organizar cerca de 50 shows, ou seja, praticamente um por semana.
- O melhor que posso dizer é dá um tempo. Vamos ser honestos. Somos todos seres humanos. Todos nós cometemos erros. Isso não quer dizer que o UFC é mau e somos impróprios para crianças e todas essas outras coisas. Digo uma coisa: dos 375 lutadores, temos alguns lunáticos, alguns caras que são loucos. E temos trezentos e alguma coisa que são incríveis, seres humanos impressionantes, que são inspiradores para as crianças e adultos.
A próxima edição do UFC ocorre no próximo sábado (29), quando o americano Nick Diaz encara o havaiano Bj Penn por busca de nova chance de disputar o cinturão dos meio-médios (77 kg), direito que lhe foi tirado como forma de punição pelas repetidas faltas em coletivas de imprensa do evento.
Casamento gay: Marta parabeniza STJ O STJ autorizou a conversão em casamento da união estável entre duas mulheres do Rio Grande do Sul
Da Agência Senado noticias@band.com.br
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) parabenizou, nesta quarta-feira, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) por ter autorizado a conversão em casamento da união estável entre duas mulheres do Rio Grande do Sul. Em sua opinião, a decisão, tomada na última terça (25), representa um avanço considerável na efetivação dos direitos de cidadania.
Marta lembrou que, recentemente, o STF (Supremo Tribunal Federal) garantiu à união homoafetiva o mesmo status jurídico aplicável à união estável entre heterossexuais. Ela lamentou, porém, que, em muitos estados, juízes e integrantes do Ministério Público estejam se posicionando contra os pedidos de conversão em casamento.
A senadora também lamentou que ainda haja confusão sobre a competência para tratar do assunto, já que em Brasília e Pernambuco os pedidos têm sido deferidos nas varas de família, enquanto no Rio de Janeiro os pedidos são deferidos pelas varas de registros públicos. No estado de São Paulo, observou, a competência varia de um município para outro.
A representante paulista pediu que o Conselho Nacional de Justiça acate requerimento apresentado por ela para a expedição de uma resolução que regulamente as formalidades jurisdicionais pertinentes à conversão de união estável em casamento, em consonância com a decisão do STF. Tal ação, de acordo com a senadora, evitaria que a questão voltasse à apreciação da Suprema Corte.
A senadora pediu ainda a aprovação do PLS 612/11, em tramitação na CDH (Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa), que altera o Código Civil para excluir possíveis interpretações que impeçam a transformação da união estável em casamento.
Marta Suplicy se disse assustada com discurso proferido nesta semana pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). De acordo com a parlamentar, o senador disse que juízes e promotores "são homens e mulheres treinados a olhar para trás e não a olhar para frente". A senadora disse que isso não é verdade e que os magistrados têm capacitação para exercer suas funções.
A senadora também discordou da afirmação do colega de que cabe aos políticos olhar para frente. "O Congresso Nacional está olhando para trás há muito tempo, em relação às pessoas homossexuais. Ele está olhando para trás, desrespeitando as pessoas homossexuais, tendo preconceito em relação aos homossexuais - disse Marta, lembrando que um projeto seu sobre o tema está parado há 16 anos na Câmara dos Deputados", disse.
Minorias esperam lotar a Parada Gay de Jundiaí
Evento que chega a sua 6ª edição promete incluir denúncias de preconceito e falta de legislação no paísJOSÉ ARNALDO DE OLVEIRA
As agências imobiliárias suspendem a negociação para alugar uma casa quando ficam sabendo que o imóvel será usado por dois homens, diz o transformista Alex O´Sullivan, que foi “miss” da parada em 2010. Em uma empresa onde trabalha, a transsexual Jéssica Dias chegou a presenciar a hipótese de construção de um terceirobanheiro além do masculino e do feminino.
E mesmo com a cirurgia de mudança de sexo, a representante da escola de samba Arco Íris, Carla Basílio, foi desclassificada na disputa do ano passado para Rainha do Carnaval.
Todos esses exemplos fazem parte da chamada “luta contra o preconceito”, em que essas minorias se baseiam para fazerem neste domingo (30) a sexta edição da Parada Gay de Jundiaí com saída às14h do centro esportivo José Brenna (Sororoca), na avenida União dosFerroviários. Como de costume, é um protesto festivo com carros de som desfilando pela via até as 21h.
“A gente está fazendo um trabalho sobre os esforços que fazem para a organização”, diz a estudante Ana Carolina Souza, da Fatec Jundiaí, que acompanhou os preparativos da paradacom o colega Júlio Toresan para o curso de logística de eventos da faculdade.
No alto do carro de som, a apresentadora “Umbelina M.M.” sabe que vai ficar sem voz nos dias seguintes. Ele explica que a animação cresce com o desenrolar do evento. “Éramos10 mil no primeiro ano, quando foi feito um ato contra uma violência na avenida9 de Julho. Esperamos chegar a 25 mil agora, com famílias e amigos heterosprestigiando a festa. Em Jundiaí ainda temos a raiz do movimento, de não seperder como um carnaval”, diz.
São esperadas também adesões vindas de outras 8 cidades da região, como Itatiba e Bragança Paulista que também fazem seus próprios atos depois do precedente em Jundiaí. Gente com nomes artísticos como a transformista Danne Stern ou as “drag queens” Scarlet, Marilyn e Latífane gastam alto com roupas para a data.
Querem fazer a festa eao mesmo tempo mostrar para a comunidade que homossexuais não vivem de programas. Em resumo, prometem boa diversão
E mesmo com a cirurgia de mudança de sexo, a representante da escola de samba Arco Íris, Carla Basílio, foi desclassificada na disputa do ano passado para Rainha do Carnaval.
Todos esses exemplos fazem parte da chamada “luta contra o preconceito”, em que essas minorias se baseiam para fazerem neste domingo (30) a sexta edição da Parada Gay de Jundiaí com saída às14h do centro esportivo José Brenna (Sororoca), na avenida União dosFerroviários. Como de costume, é um protesto festivo com carros de som desfilando pela via até as 21h.
“A gente está fazendo um trabalho sobre os esforços que fazem para a organização”, diz a estudante Ana Carolina Souza, da Fatec Jundiaí, que acompanhou os preparativos da paradacom o colega Júlio Toresan para o curso de logística de eventos da faculdade.
No alto do carro de som, a apresentadora “Umbelina M.M.” sabe que vai ficar sem voz nos dias seguintes. Ele explica que a animação cresce com o desenrolar do evento. “Éramos10 mil no primeiro ano, quando foi feito um ato contra uma violência na avenida9 de Julho. Esperamos chegar a 25 mil agora, com famílias e amigos heterosprestigiando a festa. Em Jundiaí ainda temos a raiz do movimento, de não seperder como um carnaval”, diz.
São esperadas também adesões vindas de outras 8 cidades da região, como Itatiba e Bragança Paulista que também fazem seus próprios atos depois do precedente em Jundiaí. Gente com nomes artísticos como a transformista Danne Stern ou as “drag queens” Scarlet, Marilyn e Latífane gastam alto com roupas para a data.
Querem fazer a festa eao mesmo tempo mostrar para a comunidade que homossexuais não vivem de programas. Em resumo, prometem boa diversão
Absolut comemora 30 anos de relacionamento com o público gay nos EUA
Marca investe US$ 4 milhões em ações que relembram o histórico com o tema, entre eventos e propaganda
Wikimedia Commons
Início do histórico da Absolut com a temática começou com anúncios em revistas norte-americanas, em 1981, época em que a escolha do target era bem incomum
Rio de Janeiro - A Absolut inovou e resolveu comemorar uma data de um posicionamento de mídia. A marca está celebrando seus 30 anos de Marketing focado em consumidores gaysnos Estados Unidos, segundo o site do The New York Times.
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A empresa investe cerca de US$ 4 milhões em um conjunto de ações com o tema “Absolut Outrageous”, algo como Absolut Escandalosa, focadas na cor rosa e com a assinatura “Celebrating 30 years of going out and coming out”, ou “celebrando 30 anos saindo do armário”, em uma tradução livre.
O início do histórico da Absolut com a temática começou com anúncios em revistas norte-americanas focadas no público homossexual, em 1981, época em que a escolha do target era bem incomum. As primeiras iniciativas foram seguidas por eventos em bares, doações a organizações que lutam pela causa e, mais recentemente, o patrocínio de programas no canal de TV paga Logo, direcionado para telespectadores LGBT.
As comemorações focam na mensagem de que a Absolut foi a primeira grande marca a se comprometer a investir neste mercado, estando presente na mídia gay continuamente. Entre as ações, estão propagandas na internet e em outdoors, com imagens coloridas do fotógrafo David LaChapelle, eventos com performances de artistas e ativação no Facebook. O objetivo é relembrar a herança da empresa aos consumidores de longa data, mas com iniciativas que atraiam a geração mais jovem.
UNIÃO REALIZA PRIMEIRA PARADA GAY DA DIVERSIDADE
União assim como outras cidades no Brasil vive um momento histórico no que diz respeito a diversidade, no último fim de semana, os grupos GLTB organizaram palestras no Centro Cultura sobre “saúde, sexo e direitos". A discussão tem o objetivo de chamar atenção da população no que se refere ao respeito à opção sexual de cada pessoa. Dentro da programação, no domingo (30) foi realizada a 1ª Parada Gay de União,quando a população marcou presença na praça Gervásio Costa para ver e acompanhar a grande caminhada, que seguiu até o Parque Beira Rio. O evento contou com o apoio de algumas autoridades como vereador Vicentim, Adailton e da Prefeitura Municipal de União. Para fechar o evento houve apresentação dos transformistas:
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